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ARM SUL-AMERICANA

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É preciso agir

Por: Evelyn Gisel Briggen

Imagine: você está confraternizando com amigos, passando bons momentos juntos, e, de uma hora para outra, surge um tema sobre o qual é tão difícil falar: o suicídio.

Talvez por vergonha, por preconceito, por não saber muito a respeito, ou por ser um tema doloroso, há pessoas que se sentem incomodadas falando sobre esse assunto. Os motivos são vários, entre eles também há o medo de, ao falar sobre suicídio, motivar alguém a tirar a própria vida.

Mas, entenda, é muito importante falar sobre esse tema.

No mundo, o suicídio continua sendo uma das principais causas de morte. No último ano, houve mais pessoas que tiraram a própria vida do que mortes por HIV, malária ou câncer de mama*. Cada uma dessas mortes é uma tragédia real, mas 96,8%* dos casos de suicídio, estão associados a histórico de doenças mentais que poderiam ser tratadas. 

Ainda mais se considerarmos que, quem quer cometer suicídio não quer realmente morrer, mas sim, deixar de viver como está vivendo, e parar o sofrimento pelo qual está passando.

Infelizmente, o preconceito e o desconhecimento sobre o tema pode desmotivar as pessoas a pedirem ajuda. Muitos são os que colocam um sorriso no rosto, mas por dentro estão destroçados, e não sabem o que fazer para sair da situação emocional na qual se encontram. Nunca antes foi tão importante aprender a reconhecer os sinais, para ajudar quem está ao seu redor, e para prevenir-se também.

É por isso que a campanha “Setembro Amarelo” é tão urgente e importante, ela tem um objetivo claro: abrir mais momentos para conversas a respeito desse assunto tão incômodo.

“É preciso agir” – esse é o slogan da campanha Setembro Amarelo para 2021, que evidencia a necessidade de tomar uma atitude em prol da prevenção.

No site setembroamarelo.org você encontra diretrizes e informações úteis, além da agenda de ações que serão realizadas ao longo do mês. 

Queremos convidá-lo a se comprometer em conhecer mais sobre o tema, e a compartilhar o conteúdo através de suas redes sociais.

Conheça os sinais. Busque ajuda. Ofereça ajuda. 

*Dados da cartilha “Informando para prevenir”, publicada pela ABP e pelo CFM.

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